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the book keeper

21
Mar17

Acabei o Downton Abbey..um momento de silêncio por favor.

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"It’s true I think a woman’s place is eventually in the home, but there isn’t much harm in her having some fun before she gets there."

 

E pronto. Terminei todos os episódios de Downton Abbey. Queria começar tudo de novo. Custa-me imenso dizer adeus a todas estas personagens às quais me afeiçoei ao longo das temporadas. Como é que vou fazer agora sem as belíssimas tiradas da Dowager Countess of Grantham, Mrs. Violet Crawley, papel desempenhado pela talentosa Maggie Smith? Há alguém por aí a sofrer do mesmo?

 

 Atualização: Nem de propósito. Parece que vai sair um filme sobre Downton Abbey. Praise the lord! :D

13
Mar17

Overcome the impossible

Kathrin Honesta es una ilustradora de originaria de Indonesia. Ella se graduó en Diseño gráfico e ilustración en  Kuala Lumpur, Malaysia. Sus ilustraciones nos cuentan historias de personas con fe. Ella es creyente de Dios por lo cuál tiene un gran influencia en su trabajo. En su trabajo no importa únicamente que sea bonita, lo …:

 

Ilustração: Kathrin Honesta

 

"Cooper: We've always defined ourselves by the ability to overcome the impossible. And we count these moments. These moments when we dare to aim higher, to break barriers, to reach for the stars, to make the unknown known. We count these moments as our proudest achievements. But we lost all that. Or perhaps we've just forgotten that we are still pioneers. And we've barely begun. And that our greatest accomplishments cannot be behind us, because our destiny lies above us." Interstellar <3

17
Fev17

Wish I Was Here

wish i was here.jpg

 

“You said, "Nothing in life will call upon us to be more courageous than facing the fact that it ends. But on the other side of heartbreak is wisdom.”

 

Wish I was here, é o segundo filme realizado por Zach Braff e como fã convicta de Garden State, posso dizer que não me desiludiu, de todo. A história centra-se no personagem Aidan Bloom, um actor “falhado” de 35 anos, com dois filhos sui generis, uma mulher que o sustenta suportando um trabalho horrível, um irmão que desperdiça o elevado q.i e um pai à beira da morte. O filme fala de tanta coisa importante e desperta tanta, tanta coisa. A constante busca pela felicidade, o não desistir mesmo quando tudo à nossa volta grita que estamos acabados, a responsabilidade e papel na família, a importância dos pequenos momentos. O filme faz-nos oscilar entre lágrimas e gargalhadas, tal como no primeiro filme realizado pelo actor. Fiquei surpreendida ao constatar que obteve mixed reviews e muitas delas negativas. Eu acho que vale a pena, que não é tempo perdido. Deixo convosco a decisão. 

05
Jan17

Annie Hall

anniehall.jpg

 

"A relationship, I think, is like a shark. You know? It has to constantly move forward or it dies.

And I think what we got on our hands is a dead shark."

 

Se nos livros vou tentando (e às vezes conseguindo) colmatar as lacunas no meu conhecimento, no cinema tenho um trabalho hercúleo a fazer. Há grandes clássicos que nunca vi e a propósito de uma conversa sobre o Woody Allen, um amigo meu, que é absolutamente fã dele, sugeriu-me uns quantos filmes que eu não podia deixar de ver. Comecei pelo clássico Annie Hall e apesar de não ser propriamente fã do Woody, rendi-me a esta "comédia romântica". 

 

O filme conta a história de Alvy Singer (Woody Allen), um advogado judeu divorciado e Annie Hall (Diane Keaton), uma cantora vinda da província. No fundo é sobre as aventuras e desventuras de um casal, nomeadamente os problemas conjugais que vão surgindo, enquanto tentam moldar-se e encontrar um "sítio" confortável não só enquanto casal mas também enquanto pessoas. O filme foi particularmente inovador pela forma como Woody Allen fala diretamente para a camera, dirigindo-se ao espectador, durante as suas sessões de psicoanálise. As discussões entre eles são completamente loucas e ao mesmo tempo assustadoramente próximas e familiares. 

 

Mas o que realmente me conquistou foi o final, mais precisamente a anedota final. Numa única frase, ou historieta, entre as muitas que vai contando ao longo do filme, Woody Allen consegue resumir, de forma absurdamente simples e esclarecedora, o que andamos aqui a fazer e porque nos sujeitamos, derrota após derrota, a esta coisa louca do amor. 

 

 

 

 

29
Dez16

2016 em livros e outras coisas boas

 Se há coisa que gosto de fazer no final do ano é rever as coisas que li ou vi durante o ano. Este ano não consegui ler tanto como gostaria, mas foi um ano cheio de bons livros, séries e documentários marcantes. Partilho convosco a minha lista na esperança que vos inspire para 2017. :)

Livros

Este ano consegui atacar alguns clássicos que tinha pendentes. Ainda há muitos títulos nesta lista gigante de "livros que temos mesmo de ler", mas considero que ter lido estes cinco já foi uma vitória. Destaque para o In Cold Blood ou A Sangue Frio do Truman Capote.

 

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 1-Lord of the Flies - William Golding; 2- In Cold Blood - Truman Capote; 3 - The Fellowship of the Ring - J.R.R Tolkien; 4 - Of Mice & Men - John Steinbeck;5 - The Ballad of the Sad Café - Carson McCullers; 6 - Revolutionary Road - Ricard Yates

 

Este também foi um ano em que descobri novos autores ou li obras de autores que já conhecia mas que nunca tinha tido a oportunidade de ler. Qualquer um dos dez abaixo valem a pena. 

novos autores v.jpg

1 - Modern Lovers - Emma Straub; 2 - The Year I Met You - Cecelia Ahern; 3- A Princesa de Gelo - Camilla Läckberg; 4- O Pecado de Porto Negro - Noberto Morais;  5- Equador - Miguel Sousa Tavares; 6- Wild - Cheryl Strayed; 7- Gritos do Passado - Camilla Läckberg; 8- O Gigante Enterrado - Kazuo Ishiguro;  9-Middlesex -Jeffrey Eugenides;10- The Vacationers - Emma Straub;

 

Reencontrei também alguns velhos amigos, isto é, autores que já conhecia e que gosto de ir lendo sempre que posso.

 

autores ja conhecidos.jpg

 1- A Geração da Utopia - Pepetela; 2- Com a Cabeça nas Nuvens - Susanna Tamaro; 3- Os Assaltos à Padaria - Haruki Murakami; 4- Se o Passado Não Tivesse Asas - Pepetela; 5- O Amigo de Infância - Donna Tart; 6- Vai Aonde Te Leva o Coração - Susanna Tamaro

 

Dentro do estilo YA, do qual gosto particularmente, ainda que possam ser histórias mais juvenis, voltei ao John Green e descobri a deliciosa trilogia da Miss Peregrine do Ransom Riggs. Regressei também à fantástica saga da Veronica Roth, com a short story Quatro.

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 1- Will Grayson, Will Grayson - John Green; 2- Quatro - Veronica Roth; 3- Miss Peregrine's Home For Peculiar Children Trilogy - Ransom Riggs; 4- O Teorema Katherine - John Green

 

Na não-ficção li algumas coisas de que gostei bastante, nomeadamente as que se debruçam sobre a meditação e a maneira budista de estar e encarar a vida. Recomendo.

n ficcao.jpg1- 10% Happier - Dan Harris; 2- The life-chaning magic of tidying up - Marie Kondo; 3- O que não faz de ti um budista - Dzongsar Jamyang Khyentse; 4- Not That Kind of Girl - Lena Dunham

 

Por último, mas não menos importante, estão os que foram os indiscutivelmente favoritos deste ano. Se não leram, please do!! A sério! Principalmente os dois primeiros. Tão bons que dá vontade de chorar.

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 1- All The Light We Cannot See - Anthony Doerr; 2- The Elegance of the Hedgehog - Muriel Barbery; 3- The Marble Collector - Cecelia Ahern; 4- Where'd you go Bernadette - Maria Semple

 

 E por que o ano não foi feito apenas de livros, deixo-vos os documentários e séries que me ocuparam os tempos que não passei entre páginas impressas.

Documentários

 

Cada um deles é brutal no seu género e totalmente distintos na sua temática. Mas valeram cada minuto.

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1- Helvetica; 2- Iris; 3- My Beautiful Broken Brain; 4- Cooked

 

Séries

Como poderão concluir, eu não me fixo num único género. Há aqui coisas para todos os gostos: a melhor relação mãe/filha de sempre, a história do hip hop, um história de gangs ingleses, uma família aristocrata, fição científica dos anos 80 com os melhores miúdos do mundo, o maior narcotraficante da Colômbia, o amor e as relações na sua maior complexidade/comicidade, a história real mais incrível de todos os tempos, contos de terror ficcionados e contos de terror que potencialmente se tornarão reais. Como eu disse, há de tudo. 

series.jpg1- Get Down; 2- Downton Abbey; 3- Peaky Blinders; 4- Penny Dreadful; 5- Gilmore Girls; 6- Stranger Things; 7- Love; 8- Making a Murderer; 9-Black Mirror; 10-Narcos

 

Et voilá! Há aqui muita coisa sobre a qual ainda não escrevi review, prometo fazê-lo brevemente, mas, até lá, deixo-vos os links para as reviews no Goodreads ou os trailers no YouTube. All in all, foi um grande ano.

 

E vocês? O que andaram a ler em 2016?