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the book keeper

21
Mar17

Acabei o Downton Abbey..um momento de silêncio por favor.

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"It’s true I think a woman’s place is eventually in the home, but there isn’t much harm in her having some fun before she gets there."

 

E pronto. Terminei todos os episódios de Downton Abbey. Queria começar tudo de novo. Custa-me imenso dizer adeus a todas estas personagens às quais me afeiçoei ao longo das temporadas. Como é que vou fazer agora sem as belíssimas tiradas da Dowager Countess of Grantham, Mrs. Violet Crawley, papel desempenhado pela talentosa Maggie Smith? Há alguém por aí a sofrer do mesmo?

 

 Atualização: Nem de propósito. Parece que vai sair um filme sobre Downton Abbey. Praise the lord! :D

20
Mar17

O Pecado de Porto Negro

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"Em Porto Negro, capital da ilha de São Cristóvão, toda a gente conhece Santiago Cardamomo, o bom malandro que trabalha na estiva, tem meio mundo de amigos e adora mulheres, de preferência feias, raramente passando uma noite sozinho."

 

O Pecado de Porto Negro, escrito por Norberto Morais e Prémio Leya 2013, é uma história das antigas. O malandro e a menina casta, numa cidade onde o pecado vive lado a lado com a rectidão. É um romance de excessos, paixões avassaladoras, mortes horríveis e personagens incríveis. Colorido e rico em sensações, cheiros e sabores faz-nos sobressaltar e emocionar, enquanto bebemos todas as palavras desta desventura amorosa. 

15
Mar17

Equador

 

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Pattern: A Side Project

 

Quase 14 anos após o seu lançamento, lá consegui ultrapassar a antipatia que sinto pelo escritor e finalmente pegar no Equador, um romance histórico sobre o fim da monarquia e da escravura no império colonial Português que tem como pano de fundo a então colónia de S.Tomé e Príncipe.

Nesta história, um iluminado da década é convidado a ser governador, com o objetivo de passar a escratura ainda existente, por outra coisa mais civilizada, aos olhos de ingleses e holandeses. Praticamente exilado num desterro não civilizado e afastado dos prazeres da capital do Império, Luis Bernardo Valença apaixona-se por uma mulher proíbida e deixa que os prazeres carnais e amorosos se sobreponham à missão que lhe foi destinada nada mais, nada menos que por El Rei Don Carlos. Ninguém fica imune ao amor.

Correndo o risco de ser "apedrejada em praça pública", gostei mas não acho que  este romance seja aquilo que fazem dele. Aborreceu-me particularmente as descrições, ao estilo romance de Arlequim, das cenas escaldantes entre os dois amantes. E vocês? Digam-me de vossa justiça. :)

13
Mar17

Tuesdays with Morrie

 

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“Life is a series of pulls back and forth... A tension of opposites, like a pull on a rubber band. Most of us live somewhere in the middle. A wrestling match...Which side win? Love wins. Love always wins”

 

Tuesdays with Morrie é uma memória biográfica dos últimos momentos do autor Mitch Albom com o seu professor e mentor Morrie Schwartz. O best-seller, que já está entre os meus livros favoritos de sempre, conta-nos o reencontro destas duas pessoas, dezasseis anos depois, quando Albom descobre que Morrie sofre de Esclerose Lateral Amiotrófica e tem pouco tempo de vida. Juntos decidem levar a cabo um último ensaio, onde abordarão as questões fundamentais da vida como a morte, o amor, a família, o sucesso, o dinheiro, entre tantas outras. O segredo para a felicidade e para a razão de viver nas palavras de alguém que já tem pouco tempo de vida. Incrivelmente bonitos e marcante, é impossível ficar-se indiferente à presença, carácter e palavras de Morrie, um professor até na morte. E se pensam que vão ficar deprimidos e desanimados, desenganem-se. “The truth is, once you learn how to die, you learn how to live.”

13
Mar17

Overcome the impossible

Kathrin Honesta es una ilustradora de originaria de Indonesia. Ella se graduó en Diseño gráfico e ilustración en  Kuala Lumpur, Malaysia. Sus ilustraciones nos cuentan historias de personas con fe. Ella es creyente de Dios por lo cuál tiene un gran influencia en su trabajo. En su trabajo no importa únicamente que sea bonita, lo …:

 

Ilustração: Kathrin Honesta

 

"Cooper: We've always defined ourselves by the ability to overcome the impossible. And we count these moments. These moments when we dare to aim higher, to break barriers, to reach for the stars, to make the unknown known. We count these moments as our proudest achievements. But we lost all that. Or perhaps we've just forgotten that we are still pioneers. And we've barely begun. And that our greatest accomplishments cannot be behind us, because our destiny lies above us." Interstellar <3

11
Mar17

The Year I Met You

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Illustration: Anna Aniskina

 

“The Transformation from Chrysalis can take weeks, months or even years- mine took one year. And although I have become this person, I'm still in the midst of a Larger transformation, one that I won't recognize until I look back at me now and say"who was that girl?" We are constantly evolving; I suppose I have always known that, but because I always knew that, I feared stopping, and it is Ironic that it was only when I finally stopped that i moved the most. I know now that we never truly stop, our Journey is never complete, because we will continue to flourish- just as when the caterpillar thought the world was Over, it became a Butterfly.”

 

Descobri a Cecelia Ahern num aeroporto em Berlim e felizmente trouxe duas das suas obras comigo. Este The Year I Met You conta-nos a história de uma rapariga "furacão", alguém que é muito bom naquilo que faz, ansioso por tragar o mundo sem parar para o degustar, até que se vê obrigada a parar por um ano e encontrar um novo significado para a sua vida. Quem sou eu, quando não estou a ser eu?

Gostei imenso desta história e da analogia tão bonita e acertada que autora faz com as quatro estações, a ligação à terra ou o desabrochar de uma flor, no espaço de uma "garden leave".

 

 

 

 

09
Mar17

Where'd you go Bernadette

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 Pattern: Naomi Wilkinson

 

“Life is a stew, and pot is poop.If someone stirred even a teeny-bit of poop in the stew, would you really want to eat it?”

 

Where'd you go, Bernadette? escrito por Maria Semple (guionista de séries de sucesso como Beverly Hills, 90210, Mad About You, Arrested Development, Saturday Night Live e muitas outras) é simultaneamente hilariante e enternecedor. É a história de uma mulher incrível que parece ter perdido o tino e um dia pura e simplesmente se evapora. É a sua filha que nos narra as suas aventuras e desventuras nos subúrbios de Seattle, enquanto se recusa a acreditar que perdeu a mãe para sempre. Achei incrível a forma como a autora consegue transmitir o retrato de alguém profundamente feminista sem descurar a parte emocional e o lado maternal, algo que acontece com frequência. Para além de toda a parte emocional, há um exército de mães e donas de casa perfeitas, absolutamente relutantes em aceitar esta personagem tão sui generis.  A dinâmica entre elas é hilariante. 

 

Este livro fez-me rir e chorar. No final só queria mais uma colherada de Bernadette.

 

07
Mar17

Will Grayson, Will Grayson

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Ilustração: Marion Barraud

 

“When things break, it's not the actual breaking that prevents them from getting back together again. It's because a little piece gets lost - the two remaining ends couldn't fit together even if they wanted to. The whole shape has changed.”

 

Will Grayson, Will Grayson, escrito por John Green e David Levithan é uma história divertida e jovem que toca em alguns pontos profundos. A premissa do livro assenta na forma como algumas pessoas surgem nas nossas vidas e exercem nelas uma influência que origina a mudança. Curiosamente, as duas personagens principais têm o mesmo nome e apelido, e é esta semelhança que desencadeia tudo o resto. Mais curioso ainda é o facto dos dois escritores se terem conhecido por um acaso semelhante. 

 

Apesar de homónimos, os dois personagens são profundamente diferentes, cada um a viver os dramas da adolescência, até ao momento em que se conhecem e tudo muda. 

 

É um livro muito ao estilo de John Green e do género Young Adult, que de forma divertida toca em temas fundamentais, sem nunca ser leviano ou roçar o cliché.

 

Não diria que é um grande livro, mas também não o considerei uma perda de tempo. 

 

E vocês, já o leram? O que acharam?